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Joao Pessoa Por do Sol Praia do Jacare Artesanato Jurandy entrandoO Caderno de Turismo do jornal Folha de São Paulo, edição desta quinta-feira (17), tem como destaque a Paraíba. As matérias são assinadas pela jornalista Priscila Pastre-Rossi que esteve visitando João Pessoa, Cabedelo, Conde e Bananeiras entre os dias 02 e 06 deste mês. A cobertura jornalística teve apoio logístico da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PB), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e Federação do Comércio (Fecomércio).

Nas páginas do Caderno de Turismo, Priscila Pastre-Rossi relata as “dez maneiras de amar a Paraíba”; conta a história do músico Jurandy do Sax (atração do pôr do sol na praia do Jacaré, em Cabedelo, onde ele se apresenta tocando o Bolero de Ravel todos os dias do ano); dá dicas sobre a culinária regional e fala sobre alguns pratos criados por chefs de cozinha de restaurantes mais sofisticados. O leitor também fica sabendo que em João Pessoa existe uma obra do arquiteto Oscar Niemayer e um Centro Histórico preservado e cheio de monumentos e antigos casarões. Ela não esquece de informar que a cachaça produzida em Bananeiras é uma das mais apreciadas do país, tipo exportação.

Artes – Outra iniciativa da jornalista foi sugerir aos leitores do maior jornal do país uma rota com ateliês de alguns artistas plásticos paraibanos ou aqui radicados. Ela menciona Clóvis Júnior (www.clovisjunior.com.br), Flávio Tavares, e o pintor, escultor e ceramista pernambucano (mas paraibano de coração) Miguel dos Santos (www.migueldossantos.com.br). Este último assina a obra "A Pedra do Reino", em homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna, que fica no Centro de João Pessoa.

Cachaça paraibana – Em Bananeiras, cidade que fica no Brejo paraibano, Priscila Pastre-Rossi teve a oportunidade de conhecer alguns engenhos e experimentar alguns pratos típicos. “A cachaça paraibana já está entre as melhores do país. Um roteiro pelos engenhos é rico em sabor e história. Estando em Bananeiras, não deixe de ir ao engenho da cachaça Rainha e ao engenho da Cobiçada”.

Desde o início de janeiro, a PBTur vem investindo na chamada mídia espontânea, quando jornalistas dos principais veículos de comunicação do país são convidados a conhecer o destino “Paraíba”. Estiveram conhecendo os principais pontos turísticos do Estado repórteres da revista Panrotas e portal UOL. Estão confirmadas visitas dos jornais O Globo (Rio de Janeiro), Correio Brasiliense (Distrito Federal) e do Estado de Minas (Minas Gerais).

Confira a matéria online na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/889610-conheca-dez-maneiras-de-amar-a-paraiba-instantaneamente.shtml

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Joao Pessoa Praia do Jacare Jurandy do Sax Por do Sol 11Diariamente, quando o sol se põe, o Bolero ecoa na Praia do Jacaré e as atenções se voltam para Jurandy do Sax. Ouvi-lo é inesquecível.

Ver o pôr do sol na Praia de Jacaré, ao som do Bolero de Ravel, é indispensável para quem vai a João Pessoa. Mas, antes de tudo, convém esclarecer que o local não se trata de uma praia, e sim do encontro do Rio Paraíba com o mar. Ah, também não existem jacarés por lá. Esse nome surgiu porque nos anos 1960 havia uma base dos Correios, como se fosse um hidroporto, na qual pousavam aviões do tipo Catalina. Quando a aeronave descia nas águas, formava-se uma onda com a aparência de uma boca aberta. Daí, os ribeirinhos apelidaram o local de jacaré. Para preservar a região, o Patrimônio Histórico do Estado tombou a área ao longo do rio, e nada mais pode ser construído por lá.

A estrutura (1)que existe hoje surgiu aos poucos, impulsionada pela música de Maurice Ravel, e atrai pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo. De acordo com os moradores do Jacaré, a moda do bolero apareceu por acaso, na década de 1980 (2), quando só existiam dois bares na região. Eleonora Freitas, que era proprietária do bar Caleidoscópio, resolveu em um certo dia colocar o LP do filme Retratos da Vida para tocar na vitrola do bar e, no momento em que a música Bolero começou, o sol baixou no horizonte.

No fim de semana seguinte — na época, o local não abria todos os dias —, os clientes pediram que a música tocasse de novo. E foi assim que tudo começou. Primeiro, o LP foi substituído pelo CD. Depois, quando o Caleidoscópio já havia fechado, a tecnologia deu lugar à interpretação de Jurandy do Sax, que inovou tocando ao vivo, dentro de uma pequena canoa. Se você espera um show simples, então vá preparando suas emoções, pois se trata de um momento especial. Não há quem não se encante com o conjunto formado pelo rio, o crepúsculo, o passeio da canoa e o som suave do saxofone. Quem já presenciou esse espetáculo da arte e da natureza não esquece; e quem pode sempre volta.

Praia do Jacaré: até os anos 1990,

o local era frequentado quase

que somente pelos donos de embarcações

Além de Jurandy, vários outros músicos já participaram do espetáculo do pôr do sol musical. A estrela da vez é a violinista Isabelle Soares. Todos os dias, às 18h, ela faz a Praia do Jacaré parar novamente. Desta vez, para ouvir a Ave Maria de Gounod. (CO)

1 - Petiscos e souvenirs Atualmente, há uma feira de artesanato e quatro restaurantes no local: Jacaré Grill, Golfinhos, Bombordo — de onde sai a canoa de Jurandy do Sax — e Maria Bonita. Eles ficam abertos das 9h até o último cliente e oferecem música ao vivo todos os dias

2 - Ancoragem Há quase 30 anos, a Praia do Jacaré era frequentada exclusivamente por pescadores e por proprietários de embarcações, que ancoravam no local. O acesso se dava por uma estrada de barro.

Arte do píer à canoa

Antes de se transformar em Jurandy do Sax, Jurandy Felix da Silva tocou vários instrumentos, fez parte da banda da prefeitura de João Pessoa, da Orquestra Tabajara e da Polícia Militar. Segundo o instrumentista, foi em 1999, ao presenciar um pôr do sol à beira do rio, que bateu a vontade de tocar. Porém, ele não estava com seu sax.

Então, voltou nos dias seguintes e tocou, sem ter ninguém por perto. “Percebi a certeza de que era aquilo que queria fazer”, recorda-se o músico. Ele passou a se apresentar em um restaurante e a novidade se espalhou por João Pessoa. A Praia do Jacaré, antes pouco frequentada, passou a receber um grande público. Durante os dois anos seguintes, Jurandy se apresentou em um píer. A ideia de tocar na canoa, navegando pelo rio, surgiu em 2001.

O talento rendeu ao saxofonista o reconhecimento por parte do governo da França. Em 2005, ele passou 10 dias em Paris. Visitou o Conservatório Maurice Ravel e tocou o Bolero ao lado do túmulo do compositor. “Foi o momento mais emocionante da minha vida”, conta. (CO)

Fonte:correioweb..com.br

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